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1. Por esta paz que a juventude tanto quer,/
Pela alegria que as crianças têm à mão/
Eu rendo graças ao meu Pai que se compraz/
E assim me pede para abrir meu coração.

Tomai, comei! Tomai, bebei, meu corpo e sangue que vos dou/
O pão da vida sou eu mesmo em refeição!/
Pai de bondade, Deus do amor e do universo sustentai,/
Os que se doam por um mundo irmão.

2. Pelos que firmam na justiça os próprios pés,/ 
Pelo suor dos que mais lutam pelo pão/
Eu rendo graças ao meu Pai, o Deus fiel,/
Que assim me pede para abrir meu coração.

3. Pelos que sabem enxergar um pouco além/ 
E assim repartem a esperança com razão,/
Eu rendo graças ao meu Pai que tudo vê,/
E assim me pede para abrir meu coração.

4. Pelos que choram mas não perdem sua fé,/ 
Pelos humildes que praticam o perdão,/
Eu rendo graças ao meu Pai que vem nutrir,/
E assim me pede para abrir meu coração.